RETRATOS DO BRASIL UMA VIAGEM PELA MUSICA - 31/10/2018 ATÉ 08/12/2018 - PORTO ALEGRE/RS

SERGINHO MOAH | LEILA PINHEIRO - 31/10/2018 - PORTO ALEGRE/RS

TEATRO DO SESI

Show de Abertura Serginho Moah


Serginho Moah:Release:


Serginho, que tem seu talento já reconhecido e aclamado pelo público como cantor e compositor e há mais de 20 anos está à frente da banda Papas da Língua, surge agora mostrando toda sua versatilidade e qualidade musical como intérprete.

 

Leila Pinheiro

Voz e piano


Cantora e pianista, Leila Pinheiro é sinônimo da melhor música

brasileira: clássica, moderna, eterna.

Sozinha ao piano, Leila vem experimentando, ao longo dos

anos,lugares novos para a sua voz. Da bossa nova que

gravou e canta desde sempre, a Renato Russo, Ivan Lins,

João Bosco, Gilberto Gil, Gonzaguinha, Guilherme Arantes,

Zélia Duncan, Adriana Calcanhotto, Benito de Paula, Arlindo

Cruz entre muitos outros – além desucessos de sua carreira

como VERDE e CATAVENTO E GIRASSOL -todos cabem

nesse duo vigoroso de voz e instrumento.

Cada show é um show. Vasto repertório, farta emoção.

Música e palavras na voz alta, larga e única de Leila Pinheiro.

Show para ouvir, cantar e se emocionar.


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CANTO LIVRE | MPB 4 - 15/11/2018 - PORTO ALEGRE/RS

TEATRO DO SESI

SHow de Abertura Canto Livre



Release:

Canto Livre:

Grupo Vocal e instrumental gaúcho,formado no inicio dos anos 80,quando venceu a sétima edição do Festival "A Víndima da Canção",em Flôres da Cunha.

Ao longo das décadas de 80 e 90,fez muito sucesso no cenário musical gaúcho,notabilizando-se por imprimir em seu repertório vocais elaborados e elementos dos estilos Pop e regionais,mistura que resultou numa nova maneira de cantar as coisas do RGS.Hoje o Canto Lívre está de volta encantando Platéias com sua Bela arte.

MPB 4 :

Release:

Mais importante grupo vocal brasileiro contemporâneo,a partir da década de 60 o MPB 4 ganhou destaque com interpretações voltadas aos movimentos culturais e políticos,enfrentando com sua voz a censura e a repressão.Daí saíram marcos da nossa música.E o sucesso continua com força.Os shows do grupo percorrem todo o Brasil há cinco décadas.No exterior,o MPB4 também é prestigiado em países como Portugal,Argentina,Uruguai,Cuba,Itália e Estados Unidos.Suas apresentações sempre renderam prestígio e reconhecimento de público e crítica.O MPB4 é composto por Dalmo Medeiros(voz e percussão),Milton Santos Filho(voz e violão),Aquiles Rique Reis(voz e percussão) e Paulo Malaguti (voz teclado e percussão).

 

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CACHACA DE ROLHA | DUDU NOBRE - 21/11/2018 - PORTO ALEGRE/RS

TEATRO DO SESI

Show de Abertura Cachaça de Rolha

Cachaça de Rolha:
Release:
Filhos de sambista não caem longe do Pé.
Os irmãos  Enéias e Aquiles cresceram assistindo shows do seu pai,o cantor Aroldo Dias,um dos fundadores do Clube do Choro de Porto Alegre.
Com essa influência nas veias e muita vontade de espalhar samba de raiz na noite de Porto Alegre,os dois cantores uniram-se a outros jovens sambistas para montar a Cachaça de Rolha:O Flautista Franco,a pandeirista Thayan,o surdista Marrtin e o percussionista Josué.

A banda foi fundada em setembro de 2011 e em pouco tempo se tornou uma referência na noite de Porto Alegre.Hoje,é considerada a banda de samba mais animada da cidade.

Release Dudu Nobre Um dos maiores talentos do samba Aos 5 anos, Dudu Nobre ganhou o instrumento que o tornaria um ídolo: o cavaquinho. Em 2017, Dudu Nobre completa 18 anos de uma consolidada carreira. O músico e compositor faz sua turnê pelo Brasil, tocando sucessos como “A Grande Família”, “No Mexe Mexe, no Bole Bole”, “Posso Até Me Apaixonar”, “Goiabada Cascão”, “Tempo de Don Don”, “Chegue Mais”, “Estava Perdido no mar”, entre outros clássicos do samba. Além de intérprete, o sambista é também um consagrado compositor. Músicas como “Água da Minha Sede”, “Vou Botar teu Nome na Macumba”, “Quem é Ela” e “Pro Amor Render” são de sua autoria. Tendo como grandes referências os músicos Almir Guineto e Martinho da Vila, seu último CD, intitulado “Ainda é Cedo”, foi lançado em 2013. O álbum possui 12 faixas, das quais nove são de autoria do Dudu com parceiros. Entre eles, Nei Lopes, Claudemir, Moises Santiago, Fernando Magarça, Roque Ferreira e Chiquinho dos Santos. O disco possui também versões de músicas como: “Centelha” (Nelson Rufino e Ivan Sólon), “Vôo de Paz” (Jorge Aragão e Zeca Pagodinho) e “As 40 DPs” (Gil de Carvalho). Em 2017, Dudu se prepara para lançar o projeto instrumental que mistura chorinho com música eletrônica nos clássicos “Brasileirinho”, “Aquarela do Brasil” e “Cidade Maravilhosa”. Nesse trabalho, Dudu conta com a parceria dos DJs: Marlboro, Negralha e Henrique Camacho. O projeto surgiu do próprio Dudu: “Muita gente me pedia para gravar um instrumental de chorinho, então resolvi fazer esse projeto”, conta ele. Pai de três meninas (Olívia, Thalita e Alicia) e de um menino, João Eduardo, Dudu Nobre é um dos artistas mais respeitados do gênero. Autor de sambas enredo vitoriosos em todo o Brasil: Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito Santo e Belém do Pará. Nesse ano, foi o grande destaque do carnaval de Cabo Verde. “O convite veio do governo de Cabo Verde. Fiz um show na segunda feira de carnaval e foi um sucesso, quero muito voltar”, conta o músico. Além dos projetos já citados, Dudu Nobre se prepara para gravar um novo CD de inéditas no segundo semestre de 2017, para ser lançado em 2018. 

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CLAUS E VANESSA | TRIBO DE JAH - 30/11/2018 - PORTO ALEGRE/RS

TEATRO DO SESI

Show de Abertura  Claus e Vanessa



Release Claus e Vanessa

 

A parceria na vida e na música, a potência vocal de Vanessa e o swing do violão de Claus são o segredo do sucesso dessa grande revelação da música nacional. Com mais de 3.000.000 views no Youtube, a dupla é um estouro na internet em 2006, com a canção “Medo de amar”(tema de Malhação, da Rede Globo). Lançaram o primeiro Disco independente e logo em seguida assinaram com a gravadora Universal, vendendo mais de 15 mil discos. O casal ganhou o carinho e a admiração da apresentadora Ana Maria Braga, no especial de fim de ano do programa Mais Você. Em 2010 a Dupla Pop lançou o CD “Dois”, com os hits “Não me esqueceu”, “Sentimento Vai Além” e “Cai a Chuva”. Nesse mesmo ano, eles foram convidados para o Brazilian Day, em Nova York. Foram os primeiros artistas gaúchos a participarem do evento. O DVD é último trabalho lançado em 2012 pela gravadora SomLivre. É o resultado de uma mescla dos hits desses dois discos, apresentados em um show especial para convidados, que reuniu mais de 3.000 pessoas. O primeiro registro oficial de imagens da Dupla que consagra um momento de muita emoção na carreira deles. “Summer Love” é o grande destaque deste lançamento. Um sucesso aqui no Brasil assim como foi no verão de 2012 na Europa, eleita a música do verão pelas maiores rádios do país. Em Portugal a canção já teve mais de 400.000 mil acessos no Youtube em 3 meses. Em fevereiro de 2012 voltam para Portugal para dar continuidade na carreira internacional. Em 2013 lançaram o segundo DVD com o single que abre o trabalho: “O Som do Mar”, com clip gravado no Hawaii, onde se casaram e fizeram show no Hard Rock de Waikiki, onde a música também tocou nas rádios.  O Pop Duo está completando 17 anos, com uma média de 10 a 15 shows por mês.

Esse ano se preparam para maisuma tour na Flórida, e estão fechando uma  parceria com o Canal Brazil TV de Orlando. A Flórida Brasil FM já esta virando a faixa na segunda música, consolidando uma parceria ótima para alavancar a carreira na Flórida.


Release Tribo de Jah

A história da banda Tribo de Jah iniciou-se na Escola de Cegos do Maranhão, onde, se conheceram os quatro músicos cegos e um quinto músico com visão parcial (apenas em um olho), lugar em que viviam em regime de internato, começaram a desenvolver o gosto pela música improvisando instrumentos e descobrindo timbres e acordes. Posteriormente passaram a realizar shows nos bailes populares da capital (São Luiz) e outras cidades do interior do estado fazendo covers de seresta, reggae e lambada.

Foi neste momento que surgiu o radialista Fauzi Beydoun, nascido em São Paulo, filho de italianos com libaneses, que já havia morado quatro anos na Costa do Marfim (África), grande aficionado pela cultura reggae a qual era efervescente em São Luis nos anos 80, e que se tornou um fenômeno quase inexplicável nas terras brasileiras do Maranhão, invadindo inicialmente os guetos para depois tomar toda cidade, o interior do estado e até os estados vizinhos.

O reggae viria marcar profundamente a já tão forte e original cultura maranhense, contestado por uma minoria de intelectuais conservadores e abraçado pela grande massa, que através desse estilo musical originaria o título de “JAMAICA BRASILEIRA” à capital do Maranhão. Centenas de clubes de reggae com suas “radiolas” (potentes equipamentos de som que se encarregavam de divulgar o ritmo quando ainda não era tocado nas rádios) e depois diversos programas de rádios que finalmente viriam aderir o mesmo em busca de audiência justificariam largamente o título conquistado. Foi neste cenário que a Tribo de Jah deu a partida para difundir o seu reggae roots até os ossos, com suas mensagens de amor e paz, políticas sociais e divinas, as quais afastaram das grandes gravadoras, as rádios não tocavam, a TV tampouco informava e os jornais faziam vistas grossas. De forma independente a Tribo de Jah foi fazendo shows e divulgando seus discos, hoje conta com uma gravadora e uma distribuição a nível nacional.

Passados dez anos de trabalho com direito a uma escala no principal palco do reggae mundial (REGGAE SUNSPLASH FESTIVAL – JAMAICA 95), após ter se apresentado nos quatro cantos do país (de Belém a Porto Alegre, passando pelo Canecão e Metropolitam – Rio, Palace e Olimpia – São Paulo) e alguns pontos internacionais (Buenos Aires – Argentina, Caiena – Guiana Francesa, além de shows na Europa em paises como a França e Itália) denotam o momento muito especial no caminho que a Tribo de Jah vem trilhando para um inevitável reconhecimento de seu trabalho tanto no Brasil como no exterior.

 

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NEI LISBOA | ZELIA DUNCAN - 08/12/2018 - PORTO ALEGRE/RS

TEATRO DO SESI

Show de Abertura Nei Lisboa


Nei Lisboa:Release

Nei Lisboa é uma unanimidade. Com onze discos lançados ao longo de três década,além de dois livros:uma coletânea de crônicas e um romance,este editado no Brasil e na França.Sua paixão pela música popular surge na infância e se desenvolveu no Liceu Palestrina e no curso de Composição e regência da UFRGS.

Sua carreira artística iniciou em 1979.Suas músicas participaram de trilhas de vários filmes e foi interpretada por grandes nomes do cenário da música brasileira como Caetano Veloso e Zélia Duncan.Nei Lisboa é um dos mais respeitados artistas da nossa música.Sensibilidade e qualidade acima de tudo.

 




ZÉLIA DUNCAN E JAQUES MORELENBAUM

INTERPRETAM MILTON NASCIMENTO NO SHOW


INVENTO+


Ao lado de Jaques Morelenbaum, Zélia Duncan apresenta um show baseado


inteiramente na obra de Milton Nascimento


Zélia Duncan sobe ao palco do teatro do Sesi nos dias 08 de Dezembro, acompanhada

pelo maestro Jaques Morelenbaum apresentando Invento+, um show com

repertório inteiramente baseado na obra de Milton Nascimento. A ideia que

originou o disco nasceu há cerca de dois anos, quando Zélia foi convidada por

André Midani a participar do Projeto Inusitado.

“Durante a minha carreira eu tenho conseguido agradecer às minhas

influências e com esse show tenho a oportunidade de fazer essa homenagem

ao Milton”, afirma Zélia Duncan. “Tanto eu como o Jaques temos uma memória

afetiva recheada pelo repertório do Milton e este foi o critério que adotamos

para a seleção das músicas”, completa.

Com 15 canções, o repertório não vai se prender a cronologias e traz peças

como “Canção Amiga”, “Caxangá”, “Encontros e Despedidas”, “Cravo e

Canela”, “O que foi feito deverá”, “Ponta de Areia”, “Mistérios”, “Canção da

América”, “Travessia”, entre outras.

“Eu e o Jaques resgatamos momentos importantes de nossas carreiras durante

os ensaios, como a primeira música que eu cantei, aos 16 anos. Era

“Fazenda”, de Nelson Angelo, gravada por Milton no álbum Geraes, de 76”,

lembra Zélia. “Fiquei muito feliz com o convite da Zélia para participar deste

trabalho. O Milton tem fundamental importância na minha formação musical,

vivenciei o Clube da Esquina e sempre me identifiquei com aquele movimento.

Comecei na música popular com o grupo A Barca do Sol, que bebia

diretamente naquela fonte. Tenho um carinho especial por este repertório e tive

a oportunidade de acompanha-lo durante a turnê de Geraes, em 78. É muito

interessante e desafiador fazer um show inteiro somente em voz e cello,

minimalista e essencial”, finaliza Jaques Morelenbaum.

Neste link os artistas falam sobre o projeto: https://www.youtube.com/watch?v=kFRLEl62Fr8


Sobre Zélia Duncan


Zélia Duncan começou a cantar profissionalmente nos anos 90 e ficou nacionalmente

conhecida com a música Catedral. Ao longo de pouco mais de 35 anos de carreira, gravou

11 CDs, 5 DVDs e participou de inúmeros projetos bastante significativos , como a volta do

grupo Os Mutantes (2006), o DVD Amigo é Casa (2008), em parceria com a cantora

Simone, atuou como atriz no espetáculo Totatiando (2011) e lançou o CD Tudo Esclarecido,

em homenagem ao compositor paulista Itamar Assumpção. Em 2015 e 2016 a cantora e

compositora  é convidada a ser a roteirista do Prêmio da Música Brasileira. A partir de 2015,

Zélia passa a assinar também uma coluna semanal no jornal O Globo.

Em 2016 lança um CD quase autoral, com sambas de Dona Ivone Lara, Moacyr Luz,

Pretinho da Serrinha, Paulinho da Viola, além de parcerias dela com Xande de Pilares,

Arlindo Cruz, Ana Costa e Zeca Baleiro. Com este disco (Antes do Mundo Acabar) Zélia foi

a recordista de Prêmios na 27a. edição do Prêmio da Música Brasileira em 2016 (melhor

álbum, melhor cantora na categoria samba, melhor música - Antes do Mundo Acabar).

No ano seguinte, paralelamente aos shows, Zélia se aventura pelos palcos do teatro ao

aceitar  o convite do diretor teatral Moacyr Góes para estrear o musical Alegria, Alegria em

São Paulo. 

O primeiro semestre de 2018 começa com outra incursão pelo teatro, desta vez ao lado de

Ana Beatriz Nogueira, Regina Braga e Luciana Braga na comédia Mordidas, que fica em

cartaz em curta temporada no primeiro semestre de 2018 no Teatro Fashion Mall (Rio). 

Zélia segue com seus shows (Antes do Mundo Acabar - sambas, O Lado Bom da Solidão -

voz e violão, o show pop com sua banda e o recém estreado Invento Mais, no qual

interpreta a obra de Milton Nascimento acompanhada por Jaques Morelenbaum no cello) e

assim a cantora, compositora, atriz, colunista, roteirista e também maratonista concilia

vários projetos e shows, tudo ao mesmo tempo, e já começa a pensar no seu próximo CD

autoral. 

site oficial: www.zeliaduncan.com.br

facebook: www.facebook.com/zeliaduncanoficial

twitter: @zdoficial

instagram: www.instagram.com/zeliaduncan/


Sobre Jaques Morelenbaum

Carioca, em 42 anos de carreira como músico, Jaques Morelenbaum tomou parte em

738 álbuns, colaborando como violoncelista, compositor, arranjador, regente e

produtor com Antonio Carlos Jobim, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Egberto Gismonti,

Gal Costa, Milton Nascimento, Chico Buarque, entre tantos outros. Participou também

de uma série de produções musicais com artistas internacionais, entre eles

RyuichiSakamoto, com quem toca desde 1992 até os dias de hoje, e com Sting.

Gravou com os portugueses Madre Deus, Carminho, Mariza, Dulce Pontes e Rui

Veloso, as cabo-verdianas Cesária Évora e MayraAndrade, o francês Henri Salvador,

o angolano Paulo Flores, os japoneses SadaoWatanabe, Choro Club e Gontiti, os

norte-americanos David Byrne e Chris Botti, os espanhóis Clara Montes e Presuntos

Implicados, o cubano Omar Sosa e a mexicana Julieta Venegas.


É vencedor do Grammy de WorldMusic, como produtor do álbum "Livro" de Caetano

Veloso, do Grammy Latino de Melhor Disco de Música Brasileira, pelo álbum "Noites

do Norte", também de Caetano Veloso, e do Grammy Latino de Melhor Longa

Metragem de Música Pop por sua co-produção do Acústico MTV de JulietaVenegas.

Compôs e produziu inúmeras trilhas sonoras para o cinema e teatro, entre elas para

os filmes “Nise, o Coração da Loucura”, de Roberto Berliner (Prêmio Aruanda de

Melhor Trilha Sonora”, "Tieta" (Prêmio Sharp para Melhor Trilha Sonora) e "Orfeu do

Carnaval", de Cacá Diegues (ambas junto a Caetano Veloso), "O Quatrilho"

(vencedora do Prêmio Coral do Festival de Cinema de Havana de Melhor Trilha

Sonora, também com Caetano Veloso), "Jacobina" e "Lula, Filho do Brasil" (esta em

parceria com Antonio Pinto, vencedora do Prêmio de Melhor Trilha Sonora da ACIE -

Associação dos Críticos da Imprensa Estrangeira), os três últimos de Fábio Barreto",

"Olhos Azuis", de José Jofilly (Grande Prêmio do Cinema Brasileiro para Melhor Trilha

Sonora da Academia Brasileira de Cinema), "A República dos Anjos", de Carlos Del

Pino, "Paid" de Laurence Lamers e "Central do Brasil" (junto a Antonio Pinto), de

Walter Moreira Salles (vencedor do Prêmio Sharp para Melhor Trilha Sonora).

Participou em cena dos filmes "Hable com Ella", de Pedro Almodovar, tocando

"Cucurucucu Paloma", junto a Caetano Veloso, e "A Música Segundo Tom Jobim", de

Nelson Pereira dos Santos e Dora Jobim.

Participou da Nova Banda de Tom Jobim como violoncelista e produtor de 1985 a

1994, excursionou o mundo todo tocando com Egberto Gismonti de 1988 a 1983, foi

violoncelista, arranjador e diretor musical de Caetano Veloso de 1991 a 2005,

colaborou com Gal Costa de 1994 a 1997, também como cellista e arranjador, e com

Gilberto Gil de 2009 a 2014.

Tomou parte do Quarteto Jobim Morelenbaum e do grupo Morelenbaum2Sakamoto,

como qual gravou os discos "Casa", "A day in New York" e "Live in Tokyo".

Lançou recentemente seu primeiro disco solo, "Saudade do Futuro_Futuro da

Saudade" (Biscoito Fino/Mirante), à frente do seu grupo, o CelloSambaTrio.

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